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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Barbie X Polly X Max X Wheels


(um comentário superficial sobre algo que notei mas não sei explicar de forma bonita)

Algo que eu pude notar sobre a Polly Pocket é que quando ela surgiu ninguém achou que iria fazer sucesso. Uma boneca relativamente pequena, com poucos movimentos e que os cabelos nao se podia pentear não seguraria uma criança (menina) por muito tempo. Embora, no começo, ela tenha surgido com uma novidade que eram as roupas com imã como principal diferencial, ela continuava sendo uma mini mulher consumista e superficial que só sabia comprar roupas e jogar glitter nas coisas.
A Barbie, veterana e clássica boneca de menina rica (:P), embora também fosse consumista sabia cuidar da casa e da família. Tinha cozinha e tudo. Mas o que eu quero falar aqui é sobre o novo brinquedo que eu vi na TV "Pollywheels"!!! CARACA!! A Polly agora tem uma pis
ta de menino!!!! Para chegar ao shopping a Polly passeia pela pista com looping e ainda vai no lava jato!! Quando eu era pequena eu achava super legal aquelas pistas de autorama (nem sei se o nome é esse) mas hoje já acho que as pistas da Hot Wheels depois de 5 minutos me cansariam e eu ia voltar para a televisão. Mas o que eu realmente quero falar é que as bonecas Polly e Barbie estão seguindo caminhos diferentes!!! A Polly tem um milhão de carros e a Barbie continua cozinhado para as amigas!!
Eu me pergunto: Se a Polly tem uma pista acrobática, o Max Steel lançará um salão de beleza?

Espero que tenham entendido meu raciocínio... comentem!!!

YUKITA

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Ledo engodo

"Até quando vai resistir?
Até quando não vai perguntar?
Até quando vai só olhar?
Eu te vi, já vi que você me viu e também já vimos isso simultaneamente. Já te dei até razões, já simulei coincidências, já houve o acaso, já olhei bem na hora [de propósito] mas você só olha.
Já fui, já voltei, fui de novo e me trouxeram de volta.
Meu rim pelos seus pensamentos.
Vamos combinar uma coisa? Eu não quero estar errada mas desconfio que gosto de me iludir [nesse caso] já que ainda não tenho nada a perder. Mas você tá demorando demais. Vou achar que estou enganada.
Não me faça perder a ilusão."



(I.M.)

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Garota de "sorte"

[...] Do espelho ela viu mas não contou a ninguém, nem a sua mais chegada amiga. Achou melhor assim. Depois do que vira durante o final de semana..."nunca mais leio scraps alheios". Abraçou o seu caderno contra o corpo e esperou até que alguém falasse alguma coisa. Houve um silêncio brutal. E algo novo que não tinha reparado antes. Guardou só para si. No fim do dia alguém disse que ela era uma garota de sorte. É tudo uma questão de ponto de vista. [...]

(I.M.)

terça-feira, 8 de abril de 2008

Útil e Fútil, eu recomendo.

Para matar o tempo, para fazer média, para aprender coisas novas eu recomendo livros. Para dar risada, para se distrair, para viajar eu recomendo outros livros . Porque é útil. E eu recomendo.
Para matar o tempo, para fazer média, para aprender coisas novas, eu recomendo, vídeo-game. Para dar risada, para se distrair, para viajar eu recomendo revista em quadrinho. Porque é fútil. E eu adoro.
(C.L.)

sábado, 29 de março de 2008

"Enquanto isso..."

Enquanto eu estou na sala de aula com minhas asas retraídas, asas essas, já percebi, maiores que as comuns, sou convidada a pensar sobre os caminhos que já escolhi. Um exemplo simples, hoje, eu tive duas opções de ônibus para pegar. Minhas duas opções chegaram simultaneamente. Não peguei o ônibus da frente porque achei que iria lotar até a faculdade, então peguei o de trás. Eu estava certa. Fiz uma boa escolha e consegui um lugar para sentar. Quem pegou o ônibus da frente deve ter xingado o caminho todo, de raiva e impotência diante de um ônibus tão cheio de pessoas e pessoas.
Agora, um exemplo mais complexo. Como estariam as minhas asas se eu tivesse escolhido o curso de design ao invés de comunicação social? Pensei nisso durante muito tempo, hoje não penso tanto. O que eu estaria fazendo? Talvez estivesse voando sobre o lago, ruflando as asas na companhia dos outros cisnes. Mas, condicionada a ter um pescoço mais curto e asas menores, agora tento me adaptar aos patos comuns. Parece que os cisnes não estão aqui. Por aí com certeza tem alguém pensando a mesma coisa. Tenho muita certeza disso.
Ainda existe a hipótese de eu estar errada em relação a tudo isso e o correto é ser pato mesmo. Mas não é possível!!! E onde fica a liberdade? E se todos fossem cisnes? Não. Isso seria ainda pior. Detesto a idéia de ser igual a todo mundo.

(C.L.)

segunda-feira, 17 de março de 2008

Viu passar

"Chegou,
Viu,
Abaixou a cabeça,
Levantou,
Olhou.

Olhou de novo,
Mostrou,
Passou,
Nem respirou,
Esperou.

O resto da história eu conto depois..."

(C.L.)

sexta-feira, 14 de março de 2008

Dique - descrição de ambiente

O Dique do Tororó é um lugar bonito. Tem longas pistas para se correr. Na verdade tem duas pistas, uma de cimento e outra de pedras verdes. Nas laterais externas tem ferros dobrados pintados de amarelos, às vezes sem pintar, para chamar a atenção dos carros que descem o viaduto em alta velocidade. Nas laterais internas, em alguns trechos, tem barras de ferro pintadas de verde como um corrimão para evitar que as pessoas caiam na água. A água é toda cercada de grama e em algumas partes grama com folhas coloridas que formam desenhos abstratos. Pelo caminho encontramos bancos de madeira marrom e bebedouros de alumínio. Tem brinquedos coloridos como escorregadeiras e tubos para crianças num cercado de areia. Sempre muitas árvores, de todos os tipos. Muitos vendedores ambulantes vendendo de bijuterias a sorvete. Dentro da água verde também tem patos brancos e pretos que ficam nadando de um lado para o outro. Pedalinhos, caiaques e barquinhos também ficam na água. Grandes plataformas de madeira bóiam na água suportando o peso das pessoas que pescam com varas de bambu e nylon uns peixes pequenos.
Ao ir ao Dique do Tororó e ficar olhando aquela água verde e sentindo o vendo que faz lá eu quase não vejo a hora passar. Dá para esquecer por uns momentos das coisas que você tem de fazer em casa e dá vontade de ficar lá sentada só olhando as pessoas e os patos passarem. Quase uma maresia.
Carolina YUKITA Lago

Crônica sobre visita ao Museu

A primeira coisa que percebo ao entrar no Museu de Arte da Bahia é o cheiro delicioso do antigamente. Um cheiro de madeira e palhinha. Ao caminhar entre as antiguidades percebo que o chão possui notável maciez, tudo é muito novo para mim, o chão é forrado por um carpete aveludado que cobre toda galeria. Tudo é antiguidade. Os vasos e os móveis que sustentam os vasos (famosos vasos chineses). E que medo de esbarrar nos vasos. O silêncio me deixa tonta. Até o próprio museu é antigo, as janelas de madeira pintada, cortinas de renda branca. Parecem coisas de livro antigo que a gente lê. Na sala de pintura baiana os quadros parecem possuir luz própria, parecem estar vivos como os quadros dos livros de Harry Potter. O medo de derrubar alguma coisa volta. Na varanda do museu faz um vento. Na saída tiro duas fotografias nas escadas e vou comer um Petit Gateau.


Carolina YUKITA Lago

Observando três pessoas

Sentada da minha mesa eu posso ver quatro rapazes que conversam não muito distante. Tem um que está sentado todo “largadão”. Não parece muito alto, é bem magro e tem um cabelo desleixado. Tem cara de quem fica tocando violão nas horas vagas. Ele fala alto. Dá para ouvir a voz dele daqui, só não dá para entender sobre o que conversa. Ele fala em um tom de voz, digamos, autoritário que faz ele parecer bem confiante entre os amigos. Ele ainda não deu risada. A conversa não deve estar divertida. Ele levantou e acendeu um cigarro. Agora ele parece a pessoa mais problemática do mundo. Um olhar mórbido. Um pensamento distante.
Na minha frente tem uma garota que está com mais três pessoas, fisicamente apenas. A mente dela realmente não está ali. Com um sorriso no canto da boca ela passa a mão no cabelo e olha um papel como quem olha uma fotografia da pessoa amada. Os outros três conversam e dão risada mas ela nem quer saber. Se chamada, ela rapidamente volta do mundo onde estava e responde alguma coisa. Com certeza ela está pensando em um amado.
Agora no ponto de ônibus vem chegando um menino com uma atitude típica de calouro. Veteranos não esperam o ônibus debaixo do sol. De camisa preta e rabo-de-cavalo ele deve ser do curso de design. Tem cara de desenhista. Só com um caderno na mão e mais nada, não tenho dúvida de que ele é um cara que gosta de parecer desleixado. Talvez realmente seja. Fazendo batuque na capa do caderno ele parece um pouco nervoso e deslocado. Parece alegre em estudar aqui. Está sorrindo enquanto conversa com outros.

A melhor parte é que estava certa sobre quase tudo.

Carolina YUKITA Lago

Crônica sobre o que não posso me calar

Infelizmente perdi muito tempo sem estudar. Mas hoje eu não perco mais a oportunidade de alertar quem ainda “está no caminho errado”. O conhecimento é um bem que ninguém tirará de nós e levaremos (e usaremos) pela vida toda. Muito aluno vai à escola achando que está perdendo tempo e que não usará o que os professores insistem em enfiar-lhes “cabeça a dentro”. Meu primo só tem 6 anos e já não gosta de estudar, não gosta desde os 3 anos. Essa semana ele me perguntou o que eu quero ser quando eu “crescer” e me disse que, quando crescer ele quer ser astronauta. Eu não sabia se ria ou se chorava. Eu disse a ele que astronauta tem que estudar muito e ele, na mesma hora, fez uma cara de “Que chato!”. Se alguém não despertar essa criança hoje o que será dela amanhã? Eu posso até estar exagerando mas a possibilidade dele ir para escola de má vontade, enrolar durante o ano todo e ainda ficar de recuperação enquanto os pais estão se acabando para pagar mensalidades altíssimas pensando num futuro melhor do que o deles para o filho me deixa em pânico. Aprendi com os meus erros. Hoje não deixo nada passar (tento), procuro aprender de tudo. Vejo o esforço de meus pais que ainda me bancam e não digo “No tempo de vocês era mais fácil” (como eu odeio essa frase). Digo para quem acho que precisa ouvir: “Não tem nada melhor do que ser inteligente”, “Vá estudar”, “Você não quer estudar? Seu concorrente está estudando, ele está na sua frente”.
Carolina YUKITA Lago

Crônica sobre o carnaval

Eu, que nunca gostei de carnaval, calhei pegar um livro na biblioteca para ler nas férias. Do meu quarto, eu podia ouvir os gritos desatinados de quem pela rua passava em direção à avenida. Enquanto eles iam, eu lia meu livro.
Ligaram a televisão. Disseram que o rei Momo seria um homem magricela. E agora? O que será de nós? Voltei para o meu livro. Enquanto tentavam resolver (ou não resolver) essa questão eu evoluía com o meu livro. Já não me preocupava quanto ao peso do... nem lembro mais.
Enquanto os foliões, suados, pegajosos e bêbados, se esbarravam uns contra os outros debaixo do sol quente, eu lia o meu livro.
Acho que aquela cantora do nome engraçado não vai puxar o trio dela esse ano. Foi o que me disseram. Coitada. E agora? O que será de nós? Voltei para o meu livro. Enquanto a coitada, por comiseração, é chamada para contar uma música no trio de “não-sei-quem”, eu aprendia umas dez palavras novas com o meu livro, palavras que ontem eu não sabia, mas agora eu já sei.
O carnaval já acabou? Já não era sem tempo! E o ano finalmente começa.
Carolina YUKITA Lago

Kindle

Na minha opinião, o Kindle chega apenas como um tipo de aparelho que traz mais comodidade aos leitores. É vantajoso,por exemplo, na redução do volume que o livro convencional tem, na praticidade em transportar, o pouco espaço que ocupa e eu diria que até por uma questão de ego. E por que o fato do livro se tornar um aparelhinho moderno levaria as pessoas ao gosto pela leitura?
Não acho que o livro impresso morrerá porque os bons leitores não dispensarão a bela imagem de uma estante cheia de livros, o prazer de passar folha à folha a medida que lê, ou ainda visitar as bibliotecas cheias de poeira e ácaro.
Carolina YUKITA Lago

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Trajetória

(fragmentos)
(...) Não poderia ter sido melhor, ou pior, já não sei. Nunca sei.
Poderia ter sido qualquer um mas pareceia que ele estava querendo não lhe dar alternativas ou escolhas para tentar esquece-lo. Não que ele estivesse predominando na sua mente ou nas prioridades dos seus pensamentos mas ele estava lá. Não estava sozinho. Infelizmente. Estava em sua pior companhia. Quando o viu reconheceu na hora. Ela ainda estava bem longe (...). Procurou para onde olhar, (...)Será que ele me viu? (...) Rapidamente ela trouxe seus pensamentos de volta. Antes que ela passasse por ele, ele se meveu (porque estava parado). Saiu andando bem na frente dela a uma distância não maior que a de um metro. Parecia querer forçá-la a ve-lo. Pôde olhar bem pra ele. De costas. (...) Não lembro o que ela estava pensando durante aquela trajetória que caminharam juntos a um metro de distancia um do outro mas que pareciam quilometros. Ela resolveu ultrapassá-lo. Agora era ela quem queria ser vista. Ele ainda estava em má companhia. (...) ela fez uma pequena pausa. Foi o tempo suficiente para ele ultrapassá-la. Continuaram na mesma trajetória de um metro de distância. Ela notava que a cada curva ele a olhava como se não soubesse quem estava atrás dele e quisesse saber, só por curiosidade. Ou foi o que a sua mente queria que ela acreditasse. Não sei. Nunca sei. Dessa vez ela olhava os sapatos dele. (...) E em cada curva ele olhava um pouco pra trás, e ela, olhava pro relógio, pro chão, coçava a cabeça ou mordia os lábios. Ainda em má companhia ele virou para a esquerda. Ela continuou em outra direção. Eram diferentes.
(...)

(Y.M.)

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Entrega de contrato

Entreguei meu contrato na segunda- feira.
As cadeiras estavam completamente ocupadas, o cálido ar consumia os transeuntes que se espremiam freneticamente numa tentativa de simbiose em meio a toda aquela emissão intensa e confusa de sons, os funcionários, fatigados, com uma cara medonha nos passavam as informações desejadas depois de passarmos pela turba que insistiam em chamar de "fila".

Moral da história:
-Não deixe as coisas para ultima hora, mesmo que seja moda.

Tenha um bom dia.

(Y.M.)


-Principais leis de Murphy-

* Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.
* Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar o telefone.
* A informação mais necessária é sempre a menos disponível.
* O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude, o realista ajusta as velas e quem conhece Murphy não faz nada.
* A fila do lado sempre anda mais rápido.
* Se você está se sentindo bem, não se preocupe. Isso passa.
* Se a experiência funcionou na primeira tentativa, tem algo errado.
* Você sempre acha algo no último lugar que procura.
* Toda partícula que voa sempre encontra um olho.
* Se está escrito Tamanho único, é porque não serve em ninguém.
* Não é possível sanar um defeito antes das 17 e 30h da sexta-feira. O defeito será facilmente sanado as 9 e 01h da segunda-feira.
* A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete.
* O gato sempre cai em pé.
* Não adianta amarrar o pão com manteiga nas costas do gato e o jogar no carpete. Provavelmente o gato comerá o pão antes de cair em pé.

Tenha um bom dia
___________________________Carolina Yukita Lago

Qual seu estilo Nerd?

Resultado: 12 pontos



Qual o seu estilo nerd?

Oferecimento: Chiqueiro Chique

O que é isso?

Aqui vc vai achar um monte de bobagem e algumas coisas legais. E um monte de bobagem. Coisas de quem lê muito quadrinho e inventa história, assiste desenho e imita personagens, joga video-game e cumprimenta com "hadouken". Escritos meus e de outras pessoas também. Ou não. :)